Quinta-feira, 9 de Junho de 2011
#Plano de teste


 

 1.        Objectivos dos testes de usabilidade a realizar

Com a execução dos presentes testes, pretendemos obter resultados concretos que nos ajudem a arranjar soluções mais apropriadas aos telespectadores.

Com estes mesmos testes, temos como objectivo a redução de custos à posteriori, uma vez que nos encontramos em face de execução da aplicação. Pretendemos igualmente analisar os parâmetros de Eficácia, Eficiência e Satisfação.

No parâmetro de Eficácia pretendemos analisar a interacção que o telespectador terá com o dispositivo em questão, um telecomando. Esta análise poderá ajudar a entender se o telespectador consegue ou não realizar tarefas como: registo, login, navegação pelos menus.

O parâmetro de Eficiência vai ao encontro da observação/análise do modo de actuação dos telespectadores, podendo contar com o auxílio de uma câmara de vídeo que irá captar possíveis problemas de interacção. Através desta captação ser-nos-á possível analisar os erros de utilização, ajudando-nos a localizá-los e posteriormente tentar resolvê-los.

Por fim, o parâmetro de Satisfação, será avaliado através da análise do entusiasmo verificado no vídeo/sessão de teste, bem como, análise de questionários executados.

 

 

2.        As técnicas de teste a utilizar

 

Consoante o participante iremos aplicar técnicas de teste diferentes por forma a conseguirmos atingir objectivos específicos. Desta forma vamos utilizar, consoante os participantes, as técnicas de teste:

 

·         Observação  (em laboratório, não participativa e directa);

·         Walking through the interface, onde o participante irá percorrer um módulo da aplicação pré-definido por nós, com o objectivo de realizar tarefas concretas (como por exemplo: efectuar o seu registo, interacção com menus específicos que possam suscitar algum tipo de ambiguidade);

·         Thinking-Aloud Protocol (pensar alto), nesta situação o participante terá de verbalizar os seus pensamentos durante a secção de teste, com o auxílio de uma câmara de filmar. Neste caso, os participantes terão toda a liberdade na utilização da aplicação.


 

3.        Os participantes (tipo e nº)

 

Para a elaboração dos testes de produto, o grupo optou por “adquirir” 6 participantes. Destes seis elementos, vamos efectuar a três pessoas a técnica de teste - Walking through the interface e às restantes pessoas a técnica de teste - Thinking-Aloud Protocol. Com esta divisão pretendemos obter resultados diferentes consoante o tipo de teste/pessoa em causa. Através da técnica de teste primeiramente enunciada (Walking through the interface), pretendemos realizar tarefas concretas, pré-definidas pelos elementos do grupo, onde não se vai dar liberdade de utilização aos participantes. Com a técnica de teste Thinking-Aloud Protocol será dada liberdade aos participantes para a utilização/interacção com a aplicação. Desta forma, queremos apurar até que ponto é que a aplicação em causa se encontra intuitiva.

 


 

 

4.        O contexto dos testes

 

Tendo em conta que o nosso projecto tem como objectivo integrar um televisor “em nossa casa”, optámos por ambientes de uso controlado, com simulação de ambiente natural, em laboratório. Optámos por este contexto de teste, visto que, pretendemos criar um cenário de uso simulado, tentando desta forma, remeter o telespectador para o ambiente de sua casa (ambiente natural de utilização enunciado anteriormente).

 

 

 

5.        As técnicas de recolha de dados a utilizar

 

Gravação áudio/vídeo ajudará o grupo a desvendar problemas que podem ser solucionados, não tendo obrigatoriamente de se mudar paradigmas. Por exemplo, a aplicação de “ajuda” pode ser uma solução possível.

Grelhas/checklists de observação que ajudam a dar resposta aos parâmetros de eficácia e eficiência testados. Para tal, iremos criar um utilizador padrão, demonstrado por um dos membros do grupo, em que iremos atribuir de forma quantitativa e qualitativa uma avaliação da eficácia e eficiência.

Questionário/inquérito do tipo pré sessão para se apurar o que os participantes esperam da aplicação e pós sessão para se ter conhecimento se as opiniões melhoraram ou pioraram consoante a experiência de teste. Pretendemos com a aplicação de questionários pós sessão, obter informações que possam demonstrar-se cruciais para uma futura execução da aplicação em causa (podemos conseguir apurar novas ideias a poderem ser implementadas, ser-nos-á possível ter conhecimento de questões que esteja pouco explícitas para os telespectadores, etc). Esta técnica de recolha de dados vai-nos ajudar a analisar os parâmetros de satisfação dos telespectadores.

 

 

 


 

 




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